quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Tutorial "Como escrever um post sobre prova de trail" by La Fófuxa!



Reparem como os nossos posts são sempre lamechas e parvos (tal como nós! :P) e por isso achei importante debruçar-nos um pouco sobre alguns pontos que devem estar sempre presentes quando vais fazer a descrição da tua prova!

1. Começar sempre com a frase: “Prova concluída com sucesso!”, ou com “imenso sucesso”, caso não te tenhas arrastado até à meta e tenhas conseguido afanar logo uma mini à chegada!
De resto o sucesso é que, tal como os 300 que acabaram antes de ti e os 100 que acabaram depois, conseguiste a medalhinha de "Finisher" e comer qualquer coisita no abastecimento final!

2. Não pode faltar: “Fiz uma prova de trás para a frente”.
Confesso que esta não percebo muito bem porque normalmente as nossas provas são da frente para trás quando somos ultrapassados pelo pelotão ávido por demonstrar os seus dotes de corrida ali até ao km 5 mais ou menos!
P.S.: Se conseguires contar os atletas que ultrapassaste durante a prova é um bónus!

3. Terminar o post com: “Prova terminada com ótimas sensações!”
Desculpem, mas esta também não percebo mesmo porque nós nunca acabamos uma prova com boas sensações, pelo menos fisicamente!
É que dói tudo mesmo até as pontas dos cabelos!
As pernas "ficaram" para aí ao km 25, as unhas dos pés já não existem há muito, fora os joelhinhos que, coitados, já nem se queixam de tanto que é o tombo! :P :P
A única boa sensação que temos é cortar a meta ainda a respirar, sinal que estamos vivos, e enaltecer o trabalho do “speaker” João Carvalho aka Joca porque além de nosso amigo é mesmo o melhor do Mundo!! 

E "prontus", são estes os pontos fulcrais no teu texto para evidenciar o atleta que és!
Ou então isto é tudo uma cena parva, como nós, que adoramos trail e o vivemos com toda a lamechice a que temos direito!!!

Aproveito a onda para mais uma dica sobre o tema “Sorrir no trail”
No início de uma subida repara de forma subtil se existe um fotógrafo no cimo da mesma e discretamente mostra o teu melhor sorriso quando sentes a aproximação.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Reflexões...material obrigatório em provas de trail!


Sim ou não "obrigar"?
Este é um assunto que se debate constantemente e que divide opiniões!
Se por um lado as organizações ao “obrigarem” estão a proteger-se a si próprias pois se em caso de acidente o atleta necessitar desse material podem dizer que “Nós avisamos!” por outro faria mais sentido, do nosso ponto de vista, simplesmente aconselhar o transporte desse material.
Se não vejamos…
Uma pessoa que faz trail, em principio, por sua própria iniciativa, deveria informar-se das condições metereológicas para o dia da prova, deveria preparar toda a logística para a prova baseada nessas condições, pensar e repensar no que poderá necessitar em caso de acidente, no que necessitará para se hidratar e alimentar, no que necessitará em questões de roupa para se proteger do calor ou frio, o mínimo de primeiros socorros, levar frontal com bateria/pilhas extra em caso de poder terminar já de noite, etc…
Basicamente todos deveriam ser conscienciosos ao ponto de levar tudo o que necessitam para “sobreviver” umas horas no monte e não contar só com as organizações das provas pois no “monte” tudo pode acontecer e é preciso estar minimamente preparado para qualque incidente.
A lógica do “pagamos, temos direito!” é muito bonita mas em caso de acidente as organizações podem demorar horas até conseguir chegar ao local e é aí que o material que transportamos entra em ação!
Ao fazer a inscrição numa prova estamos a contar com que a organização nos prepare os trilhos com segurança e marcações adequadas, nos prepare abastecimentos com o mínimo e indispensável, “ajuda” nos locais mais perigosos e técnicos onde podem ocorrer acidentes, auxílio e transporte em caso de desistência e um prémio ou recordação de finisher.
De resto, no nosso ponto de vista, devem ser os atletas a prepararem-se pois cada um tem necessidades diferentes.
No nosso caso temos uma “check-list” para nada esquecer, sempre baseada nos km’s e metereologia que iremos ter no dia, sabendo de antemão que em montanha o “tempo” altera-se de quilometro a quilometro.
Muita da “tralha” que transportamos ainda não necessitamos de utilizar mas mais vale ter do que não ter em caso de necessidade!
Mais importante do que estabelecer material obrigatório deveria ser “sabes utilizar o material obrigatório?”
De que vale, por exemplo, obrigar a ter manta térmica se não se sabe que o dourado para fora utiliza-se em tempo frio pois capta o calor e o prateado para tempo quente pois mantém fresco?
No Grande Trail Serra D’Arga de 2018 deparamo-nos em determinado ponto com um atleta lesionado que esperava transporte da organização que estava enrolado na manta térmica com dourado para fora com mais de 30 graus e sol aberto.
Ora... deveria estar a fritar! :P
De que vale obrigar a levar uma ligadura se nunca se tratou de uma simples ferida quanto mais de um corte a necessitar de ser “ligado”?
Ao “obrigar”, as organizações, também deveriam ter a preocupação de saber se os atletas sabem utilizar esse material ou então fazer uma breve explicação de como utilizar o mesmo pois mais importante do que “ter” é saber utilizar!
Além do que obrigar, apesar da tentativas de controlo, não garante que os atletas levem esse material ou porque vão muito pesados e depois não fazem os "tempos XPTO" ou porque simplesmente não lhes apetece!
Mas isso ficará sempre à sua responsabilidade!
O UTMB, por exemplo, tem uma lista de material obrigatório imensa!
Esse material é controlado ao levantar o dorsal, sendo que o que controlam é diferente de atleta para atleta e mesmo assim na partida, apesar dos controlos surpresa pelo caminho,  vê-se imensos atletas que é impossivel levarem aquele material todo naquelas mochilinhas pequeninas (atletas elite). :P
Resumindo, o material que o atleta leva deve ser da sua responsabilidade e organizado de prova para prova de uma forma conscenciosa ou então nós é que somos ET's e não percebemos nada disto! :P

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

O 5 mandamentos para correr em dupla!


Há algum tempo que pensavamos em escrever sobre o que é  a nossa opinião de correr em equipa/dupla!
Para não sermos apelidados de "vaidosos" e "mentirosos" partilhamos o artigo do site www.trailrun.es sobre este assunto! :P :P :P
Ao ler o artigo identificamo-nos e revimo-nos imediatamente e por isso aqui fica!
Correr a dois realmente é isto tudo e mais ainda!
O "nós" importa bem menos que o "eu" e a entreajuda é fulcral!!

Los 5 mandamientos para competir en pareja
Manda el ritmo lento, debe existir una relación de confianza y las decisiones son consensuadas
Redacción Trail Run. Fotos: Wisthaeler. - 06/02/2019 10:08

Compartid información. Seguro que ambos habéis estudiado el recorrido, leído el reglamento y todo tipo de consejos y circunstancias que rodean a la carrera. Ponedlo en común, aprovechad a hablar sobre ello antes de empezar la carrera, o entre una etapa y otra, e incluso mientras corréis si las pulsaciones os lo permiten. Si conoces el ambiente, el terreno, los paisajes o las dificultades que hay en los próximos kilómetros, informa a tu compañero, así como el lugar de los siguientes avituallamientos o el tipo de alimentación que os váis a encontrar en ellos.
Relación de confianza. Si estáis corriendo en pareja una carrera, seguro que sois amigos y hay confianza. Pues utilízala. Si te encuentras mal en un momento dado, dilo. Si necesitas aflojar o puedes apretar, dilo. No te guardes las cosas y sufras en silencio por pensar que vas al perjudicar al equipo. Si tienes confianza en tu compañero, habla las cosas. Seguro que dos cerebros piensan más que uno y encuentran más soluciones.
Manda el ritmo lento. Por supuesto, cuando corráis juntos, prevalece el ritmo del más lento. Si tú eres el lento, no te obligues a ir a una velocidad que no puedas aguantar sólo por complacer a tu compañero. Si eres el rápido, adáptate al ritmo de tu pareja, afloja cuando ella lo necesite y no le aprietes ni le hagas sentir un lastre.
Las decisiones, consensuadas. Seguramente que estéis compitiendo en una carrera en varias etapas. Tendréis que tomar decisiones continuamente: en carrera, antes de empezar, en los avituallamientos, después, a la hora de descansar, de recuperar, etc. Consensuar las decisiones y no forcéis nada. Es importante también que seáis generosos con el compañero.
Haced de psicólogos. El uno con el otro ante cualquier adversidad. El más rápido de la pareja no tiene porqué ser el que mejor se encuentre siempre. Hay momentos y momentos. Una ampolla, una torcedura, una molestia estomacal, una mala administración de la fatiga o cualquier otra situación puede endurecer mucho su carrera, aunque tenga más nivel que su compañero. Ahí es cuando tienes que hacer de psicólogo, transmitirle positivismo, fuerza y confianza. Recordad momentos duros ya superados en el pasado, o tira de humor, una fórmula que siempre funciona. Al fin y al cabo, una carrera no es más que la consecuencia de nuestra afición a salir a correr por la montaña.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Os “cromos” do trail, ou como se diz no Norte, os “berdadeiros postais” !! by La Fófuxa!!


Oraaa… olá pessoal, seguidores e seguidoras aqui do Bloguxo, o blog dos Fófuxos!!!!!!!
Hoje apetece-me escrever…
Devido às várias horas que passamos nos trilhos vamo-nos apercebendo e ouvindo as mais inusitadas conversas e ainda piores comentários vindos daqueles “crominhos” (“postais” mesmo!), a nova fauna que vai aparecendo no trail!
E sabem, começo a achar que para estes “seres” uma ida a uma prova de trail compara-se a uma verdadeira ida a um casamento, senão acompanhem o meu raciocínio:
Eles e elas levantam-se cedo, equipam-se com a melhor roupinha, toda de marca, a camisola a fazer "pandan" com o calção e com a meia, a sapatilha último modelo a estrear, todos “pipis” e lá vão eles para a linha de partida onde tiram as primeiras fotos, em grupo, sozinhos, aos berros, tudo é sorrisos e alegria!
Começa a prova e lá vão eles em grande sprint, a gabarem-se das mil e uma provas que já fizeram, os tempos e que “fazem e acontecem”... até que surge o primeiro empancamento!
E porquê? O que será?
Ohhhhh visão dos horrores!!!! uma poça de água e lama!!!
É então que começamos a ouvir:
“Ai que a sapatilha é nova!”, “Ó Maria não me quero sujar, ai que nojo!”...
SSiiiimmmm!!! Porque, pasmem-se caros leitores, no monte é de todo inusitado existir terra que quando chove se transforma em lama.
E os ramos no chão, os cardos e silvas que arranham as pernas??!!
Para estes “seres” simplesmente não podem existir!
Os trilhos têm de ser autênticas autoestradas!
Tudo bem limpinho que a pele é de veludo e não pode ser arranhada!
Para estes “cromos”, o critério de avaliação de um trail baseia-se sempre nos abastecimentos!
Sim… porque estes têm de ser fartos e com muita variedade, caso contrário surgem estas pérolas:
“Não tem sopa? É hora de almoço, tinham de ter sopa!”
“Onde estão os guardanapos? E os copos? Não tem copos? Como é que vou beber?”
“Deviam ter aletria ou massa, isto está muito fraquinho!”
“E casa-de-banho? Ai, só pensam nos homens, estou aflitinha, onde vou fazer?”
Sim, caros amigos, isto ouve-se durante as provas!!!!
Porque, pasmem-se, no monte têm de existir casas de banho, de preferência com toalhetes perfumados!
Meus “amigos e amigas”, se não se querem sujar, se não querem ficar arranhados, com joelhos esfolados, com picos nas mãos, todos desgrenhados, com aspeto de quem foi atropelado por um camião e com aquele cheirinho bom a “rosas do monte”, então o trail não é para vocês!
Deixem-se disso e poupem uma dor de cabeça às organizações das provas e a nós que não temos que ir a ouvir estas pérolas!
Tenham o mínimo de respeito pelas organizações das provas!
Não critiquem por coisas fúteis!
A criticar que sejam sempre criticas construtivas, que ajudem ou apontem situações a serem melhoradas, mas sempre com o intuito de ajudar e não criticar porque não havia o bolinho de cenoura!
Organizar uma prova de trail dá muito trabalho!
Acredito que eles tentam sempre fazer o melhor que podem!

Ah! Atenção! Este é só um artigo de opinião!
Nós também somos verdadeiros “cromos”, gostamos da bela da roupita e do “pandan”!
Eu então sou a rainha das fotos, mas adoramos “chafurdar” na lama, correr na água e temos sempre de acabar as provas com “recordações de guerra”!

Era só isto… beijos e abraços!


quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

ULTRA TRAIL PÓVOA DE VARZIM 27 janeiro 2019

Sempre ouvimos falar bem do UTPV mas, por isto ou aquilo nunca, tínhamos feito!
Este ano decidimos inscrever-nos e fez juz a tudo o que ouvimos.
Uma excelente organização onde nada há a apontar de negativo!
Uma coisa muito rara nas provas de hoje em dia!
A nossa inscrição foi feita logo após o sorteio para o UTMB-CCC de forma a não começar o ano com um empeno muito grande!
43km’s para início da “época a sério” pareceu-nos mais que suficiente pois menos que isso, é “caminhada” para quem se tem de para 111kms em Sicó. :P :P :P :P
A altimetria também não era nada de especial ou pelo menos assim achávamos ao ver o gráfico!

Visto ser na Póvoa de varzim e pelo conhecimento mínimo que temos daquela zona, de certeza que não ia ser um empeno muito grande com a exceção do Monte de São Félix, para onde já tínhamos ido treinar uma vez!
Como sempre fazemos no dia anterior lá fomos levantar os dorsais e aí tivemos a primeira surpresa agradável! :P
Para além da t-shirt (branca por sinal…L) tivemos direito, cada um, a um tapete bem “fufinhu” e que bem jeito vai dar para “Chez Nous”! :P :P
Já tivemos muitas “prendas” giras mas um tapete foi único! :P

Na preparação da logística um revés…
Íamos de ter de usar os “pneus” sobressalente pois as Hoka tinham ficado em Vila Real desde o Trail do Alvão!
Isso implicou um maior desconforto durante a prova!
No domingo, e estando a partida marcada para as 9h o despertar não foi excessivamente cedo.
Eram 8h30 e já estávamos na zona da partida!
Um frio de rachar mas com “promessa” de sol!
Também já lá estava o grande amigo “vassoura” José Graça com a sua “cara metade” Betty!
O que nós gostamos deste enorme senhor!
Desde que o conhecemos numa prova onde de repente saca de uma garrafa de vinho do Porto, de uma mochila enorme, que nunca mais deixamos de o considerar nosso amigo!

Duas de conversa e o speaker “chamou” os atletas para o controle Zero.



8h45m e já estávamos preparados para começar a “coisa” sendo que passados uns minutos o responsável pela escolha do percurso, Mário Elson, fez um breve briefing.
“Ora bom dia.
O percurso vai estar marcado com estas fitas laranja e placas brancas e vermelhos.
Devem seguir sempre estas fitas pois vão estar a acontecer pelo menos mais duas provas de BTT e vão existir mais fitas.
Já saíram batedores à frente para verificar as fitas, porque nesta zona é normal desaparecerem, por isso não têm o problema de se perder.
Vão estar cerca de 68 pessoas espalhadas pelo caminho para vos ajudar e para que tudo corra bem!
O percurso não sendo de muita dificuldade engana bastante!
Os primeiros cerca de 21km’s vão ser muito rolantes sendo que a altimetria maior irão apanhar na última metade da prova.
O terreno irá estar também algo pesado devido à chuva que caiu durante a noite por isso usem alguma precaução.
Boa prova a todos!”
“Estamos lixados! Lá vamos ter de correr!” :P :P
Às 9h em ponto foi dada a partida e lá fomos nós em direção “ao desconhecido”! :P
Realmente com algumas pequenas exceções os primeiros 21km’s foram rolantes, sempre entre campos de agricultura biológica (aka com cócó de vaca :P) floresta e realmente tivemos de correr bastante! :P





Cerca do km 10, pela primeira vez, tivemos “medo” numa prova!
 “Olhá a referência do trail! Olhá a lenda!”
A resposta foi uma tentativa de apedrejamento por um meliante com mau aspeto e penteado “à moicano” porventura com o receio que ficássemos à sua frente na classificação! :P :P
A verdade é que passados uns metros tivemos a enorme honra de a lenda do trail Xandre Kurpicka e a Mira Matias nos acompanharem e fomos um tempo na “converseta” o que ajudou ao passar dos quilómetros!

Como tínhamos ouvido no ”briefing”, ao chegar ao km 25 atingimos o Monte de São Félix e a partir dali foi tudo diferente!





O “rolante” foi substituído por um sobe e desce constante, com algumas pequenas paredes onde o efeito “rolante” anterior se fez sentir!






Para surpresa nossa a dada altura as fitas “levaram-nos” para dentro de um riacho!
“Altamente! Olha queres ver que vai ser como na nossa primeira Ultra (Geira Romana)?” :P :P
Claro que a esta altura a fófuxa já estava farta de barafustar e de chamar “nomes” ao Mário Elson!
“Tem algum jeito? Tanto correr e agora vamos pelo rio? Nunca mais cá vimos!”

 

Lá saímos do riacho e levamos com a lama para mais à frente entrarmos novamente no riacho!
 “Afinal há mais provas que se podem gabar de ter lama no final!”
A lama não era em excesso mas deu para o fófuxo quase cair e divertir-se a “chafurdar” na lama! :P :P
Os últimos 2km’s foram sempre a rolar!
“Fdx! Estou farta disto! Só quero terminar esta .erda!
Dói-me o joelho, tenho bolhas nos dedos e estou farta de correr!
Para o ano não vimos!!!”
Nada que não seja normal ouvir em todas as provas... :P :P :P :P :P
6h28m depois lá chegamos à meta!
“Eu não te disse?
Vamos ter de ir por trás do pavilhão?
Não podíamos ir a direito?”
:P :P :P :P :P :P :P :P
Cruzamos a meta como sempre sendo que nós “ateletas” fomos recebidos simpaticamente pelo Mário Elson!
Não é todos os dias que um atleta de elite recebe “ateletas” como nós!
“São os maiores!
Então correu bem?”
“Muito bem! Excelente!
Excelentes marcações e no final a lama foi espetacular!
Estava a ver que ia chegar à meta com as sapatilhas limpas!”
“Ainda bem que gostaram!”




A 2ª surpresa veio logo a seguir…
Uma grande alface e uma cenoura! :P
Espetacular como eles sabiam que estamos de “dieta”! :P :P

 Realmente o Ultra Trail da Póvoa de Varzim foi uma excelente surpresa!!

Em termos de percurso e , como é lógico, sabendo de antemão a zona onde se ia desenrolar não se podia esperar grandes desníveis nem locais paradisíacos mas mesmo assim deu para descobrir zonas espetaculares e as vistas do Monte de São Félix são de tirar a respiração!
Os abastecimentos foram fantásticos com tudo e mais alguma coisa sendo que no final ainda tínhamos direito a uma refeição (feijoada), que qado a quantidade de lama que levávamos nas sapatilhas e o cansaço nas pernas decidimos ir direitos para casa e deixar a feijoada para a próxima vez! :P

RESUMINDO:
Excelente prova, excelente organização, excelente percurso!
Recomendamos vivamente!!!!